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| TRÂNSITO/TRANSPORTE | ||
| RESTRIÇÃO
AOS FRETADOS RESULTOU EM MAIS CARROS NAS RUAS DE SÃO PAULO |
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27/10/2009 - A implantação da Zona Máxima de Restrição aos Fretados em São Paulo, até agora, só contribui para o aumento da circulação de carros nas ruas da cidade. Para o Transfretur - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento e para Turismo de São Paulo, já era previsto o aumento da demanda, pois os usuários dos fretados, são na sua maioria, motoristas que deixavam os seus carros na garagem. |
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O
aumento de carros nas ruas era previsto com a criação da
ZMRF - Zona Máxima de Restrição aos Fretados, agora
as especulações feitas durantes vários meses por
dirigentes sindicais, empresários e especialistas em transporte
e trânsito se tornaram reais. Com a implantação da
norma, os congestionamentos na cidade de São Paulo atingiram a
média de 73 km contra 65 km, no mesmo período do ano anterior,
conforme dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
“Prevíamos que ocorreria o aumento de carros em circulação, já que cada ônibus retira 20 veículos das ruas, conforme pesquisas que realizamos em 2007. A constatação é simples, retira o fretado e entra o carro. Boa parte do usuário do fretamento não migra para o transporte público, pois para ele, acima de tudo, está a segurança e a pontualidade”, afirma Jorge Miguel dos Santos, diretor do executivo do Transfretur - Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento e para Turismo de São Paulo. A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) registrou que a partir de 27 de julho, quando tiveram início as restrições, não foi constatado aumento de usuários. “Com esses dados, pode-se constatar que os ônibus de fretamento contribuíam para o fluxo das ruas da capital, e se bem organizados são os aliados à mobilidade da cidade”, complementa Santos. As vantagens do auxílio do fretamento no trânsito na cidade de São Paulo são notadas até pelas autoridades, conforme a citação do deputado estadual Orlando Morando: "Essa restrição não teve fundamento. Quem tinha o conforto de um fretado não vai usar trem mesmo. Além disso, quem deixou o fretado passou a andar de carro. O resultado a gente vê todos os dias: são engarrafamentos cada vez mais insuportáveis". Segundo Jorge Miguel, ainda há muitas questões para serem examinadas pela Prefeitura Municipal de São Paulo. “É preciso uma melhor apuração das condições impostas na restrição e o acréscimo de mais vias com proibição de circulação. Bem como há a questão das multas, muitas vezes, atribuídas erroneamente aos ônibus que tem permissão para circular dentro da ZMRF. O mais importante é ver que a modalidade estava longe de ser o vilão do trânsito”, finaliza o diretor. |
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TRANSFRETUR
(www.transfretur.org.br)
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Fundado há 15 anos, o Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento para Turismo da região metropolitana de São Paulo (Transfretur) iniciou suas atividades congregando 49 empresas; atualmente são 100 empresas associadas. O objetivo é divulgar a importância do segmento e concomitantemente formar os empresários associados no sentido da profissionalização e da busca da qualidade cada vez maior na prestação de serviço, compreendendo a importância e implementando cursos que atinjam também os funcionários, credenciando as empresas à disputa de um mercado mais competitivo e exigente em relação ao padrão dos ônibus e também à condução destes pelos motoristas. Por meio da inserção em várias instâncias de debate sobre o transporte coletivo entidades públicas têm tomado conhecimento da realidade do segmento e percebido o ônibus fretado como alternativa viável ao transtorno gerado pela, cotidianamente, maior utilização do veículo particular e dos inúmeros congestionamentos – praticamente - incorporados à vida dos paulistas e paulistanos. A entidade é ligada à FRESP – Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo. (www.fresp.org.br). História, Desenvolvimento e Mercado:
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