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| OPNIÃO | ||
| REGRA OU EXCEÇÃO? | ||
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26/01/2010 - Por Hunter Hagewood* |
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O
prodígio chinês Lim Ding Wen, de apenas 9 anos, ficou conhecido
mundialmente após escrever o aplicativo “Doodle Kids”
para o iPhone. O software, baixado por mais de 27 mil usuários,
permite desenhar com o dedo na tela do smartphone da Apple. Para
deletar o desenho, basta sacudir o aparelho.
Um entusiasta da área de informática como o Lim Ding Wen, porém, representa a exceção e não a regra. Trabalhadores autodidatas que buscam e conseguem, com sucesso, adquirir e aplicar conhecimentos técnicos são representantes do pequeno grupo de trabalhadores conhecidos como empreendedores. São aqueles que não se contentam nem com o que eles realizam no expediente do trabalho e nem com o que é passado em sala de aula. Esses profissionais já entenderam que ideias são poderosas e, com as ferramentas certas, provavelmente muito lucrativas. Esse tipo de trabalhador é dotado de algo especial, que não vem da capacitação. Ele é dotado de paixão e do prazer da conquista, as diferenças fundamentais entre um profissional e o empreendedor. Os que alcançam notoriedade e fama são aqueles que enxergam o fato de que existem inúmeras oportunidades para inovar. O bom profissional quer trocar de carro todo ano. O bom empreendedor tem certeza que vai revolucionar o cotidiano de milhões de pessoas, assim como fez o pequeno Lim Ding Wen. O bom profissional atua para subir a escada corporativa. O bom empreendedor defende agressivamente sua liderança excêntrica para manter domínio do mercado, como faz ostensivamente Steve Jobs, da Apple, fabricante do iPhone. Além de competência técnica, o empreendedor astuto reconhece que ele precisa adquirir outros ativos para dar longevidade às suas ideias. Ele precisa saber avaliar outras pessoas, discernir entre “papo furado” e resultados concretos, capitalizar em cima das suas paixões, identificar fontes de poder e influência, ter credibilidade, saber quando se destacar e quando ser discreto, blefar, apreciar a arte da persuasão, entender intimamente a relação custo-benefício, como encarar fracassos e as sutilezas da diplomacia - especialidades de Bill Gates, outro entusiasta, que ganhou o mundo com a Microsoft. Para o profissional comum, aquele que faz parte da regra e não da exceção: aí vai uma dica: diferente da empresa e o mercado, o ambiente onde se pode aprender estas habilidades vantajosas, sem quase qualquer consequência negativa, é a universidade. O que se deseja de profissionais técnicos recém-formados é desembaraço. No mínimo eles precisam saber encontrar soluções e como implantá-las. Alunos em fase de conclusão de seus cursos precisam ser desafiados com problemas reais e complexos dentro da sala de aula, onde há um acompanhamento voltado para aprendizagem e não para a cobrança. Esse profissional precisa dimensionar quais são os problemas que empresas e pessoas estão dispostas a pagar bem para serem resolvidos. Linguagens, ambientes de desenvolvimento, plataformas e tecnologias são ferramentas para solucionar problemas, aprender como desenvolver uma aplicação web com uma IDE integrada ao Apache Tomcat é fácil. Aprender como fazer a mesma aplicação garantir a integridade de dados espalhados por 23 servidores usando conceitos de grid computing dentro de 120 segundos não o é. Às universidades, resta casar os dois aprendizados durante o tempo de curso do aluno, pois o mercado não oferece essa oportunidade. Quando um empreendedor fala: vou abrir o meu próprio negócio não imagina como quais são os desafios para manter a sustentabilidade de seu negócio. Mais de 60% das empresas abertas morrem nos primeiros 5 anos de existência. Antes de assumir riscos, é bom refletir seriamente sobre em que caso você se encontra. Descubra se você é regra ou exceção. Se você não passa seu tempo livre tentando aprimorar ou bolar algo que você acredita que pode mudar a vida de pelo menos uma pessoa, então fique onde está. Se fizer parte do time excepcional de Lim Ding Wen, Steve Jobs e Bill Gates, parabéns e sucesso! E lembre-se de adquirir habilidades que apenas os mais destemidos dominam. Recomendo qualquer livro do Gerald M. Weinberg (http://www.amazon.com/Gerald-M.-Weinberg/e/B000AP8TZ8/ref=sr_ntt_srch_lnk_1?_encoding=UTF8&qid=1262869797&sr=1-1) para quem quiser se aprofundar neste tema. *Hunter Hagewood é americano, radicado em João Pessoa (PB), com formação em Computer Information Systems (Lipscomb University) e tem mestrado em Information Sciences (University of Tennessee). Atualmente é diretor de negócios da Nevoa Networks (www.nevoanetworks.com.br) e-mail: linknevoa@linkportal.com.br. |
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Nevoa
Networks (www.nevoanetworks.com)
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A Nevoa Networks, fundada em 2005, é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções de gerenciamento e virtualização de armazenamento. Sua missão é ajudar as empresas a atingir maior aproveitamento dos seus recursos, extraindo maior valor de seu investimento em tecnologias de informação e melhorar o gerenciamento dos seus dados. Seus produtos e soluções são baseados em pesquisas na área de sistemas distribuídos e armazenamento em rede. A tecnologia resultante está implantada nos maiores centros de pesquisa científica da América do Norte e Europa. Nevoa Networks é a primeira a trazer estas soluções ao mercado comercial brasileiro. A Nevoa Networks é especializada em desenvolver soluções avançadas de armazenamento para empresas e indústrias de qualquer porte e pode customizar soluções de acordo com a necessidade de cada cliente, prestando assessoria e oferecendo um canal de comunicação aberto a fim de estabelecer uma parceria fidelizada. Os produtos e serviços oferecidos pela Nevoa Networks são especificamente planejados para atender às condições e particularidades de cada cliente, proporcionando qualidade e uma implementação bem executada. Tudo isso aliado com muito profissionalismo e eficiência com uma equipe de profissionais altamente qualificados. |
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