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| TECNOLOGIA |
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| VOCÊ
TEM DÚVIDAS TÉCNICAS SOBRE SOLUÇÕES DE STORAGE?
ESPECIALISTA EM ARMAZENAMENTO DE DADOS RESPONDE |
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26/05/2010 - Hunter Hagewood, diretor de negócios da Nevoa Networks, esclarece cinco questões técnicas para quem pretende adquirir sistema de armazenamento. |
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Segundo estudo da consultoria IDC, cada vez mais, as empresas estão investimento em armazenamento, porém, de 30% a 40% do espaço dos equipamentos não são aproveitados pelas companhias. Apesar do aumento da capacidade dos discos no mundo ser de 33,4%, ainda sim, 70% da infraestrutura está ociosa. Por isso, para evitar que máquinas fiquem subutilizadas e tragam prejuízos, no momento da compra de soluções de storage, é importante tirar as dúvidas. Hunter Hagewood, da Nevoa Networks, empresa especializada em armazenamento de dados à base de virtualização, dá cinco dicas essenciais sobre o que não se pode deixar de fazer na hora de adquirir a tecnologia. Uma das incertezas recorrentes é sobre a proporção de terabytes por core de processamento da plataforma de armazenamento. Segundo o especialista, a métrica não é encontrada em nenhuma datasheet de uma solução. Por exemplo, se o servidor é um quad-core e tem oito terabytes de capacidade, então vai ter uma proporção de dois terabytes para um core de processamento (2TB/core). “Trabalhar com volumes grandes de dados e atender centenas de usuários requer processadores robustos. Dependendo da quantidade de dados que o sistema representa, os processadores podem ficar sobrecarregados e afetar o desempenho. Essa métrica, na qual o menor é melhor, é crucial para soluções de armazenamento com previsão de uso pesado”, explica. A outra dúvida é qual a proporção de terabytes por gigabits por segundo da solução. Para Hagewood, existem gavetas de storage que comportam até 60 discos (120 terabytes) em um servidor. A densidade apresenta uma economia de espaço muito atraente, porém, a conexão mais rápida que se tem para um servidor desse porte é de 10 gigabits por segundo. Isso traduz para uma proporção de 12 terabytes para cada gigabit de banda (12TB/Gbps). “Muitas vezes, a conectividade em uma situação dessa natureza não passa a ser um gargalo, mas certamente pode acontecer se a proporção aumentar. Agora se você pretende fazer backup dos dados, prepare-se para esperar um bom tempo”, ressalta. Como reduzir o impacto, quando
há uma falha de conectividade, é uma das angústias
frequentes após a aquisição da tecnologia. “Se
a conexão de 10 gigabits por segundo falhar, 120 terabytes ficarão
inacessíveis. Talvez isso só represente 10% da sua capacidade
de armazenamento ou talvez represente 90%”, analisa Hagewood.
De acordo com o especialista, apesar de normalmente ser mais custoso
em termos de resfriamento e consumo de energia, é recomendável
não colocar todos os seus dados em um mesmo local. Portanto,
prefira uma solução composta por várias máquinas
menores do que armazenar em uma única máquina. O especialista explica é
compensador ter uma solução à base de fiber channel.
“Para apenas ter a satisfação de dizer que comprou
o mais caro, não vale a pena. Não caia nesta conversa.
Você só vai aproveitar soluções fiber channel
se você já tiver o sistema instalado”, acredita Hunter.
Ele acrescenta: “Essa tecnologia requer a instalação
de outro tipo de rede de dados dedicada, cujos componentes são
de três a cinco vezes mais caros do que aqueles usados em redes
convencionais. Com conectividade de até 10Gbps, redes convencionais,
juntamente com certos softwares, excedem o desempenho e funcionalidades
de fiber channel”, finaliza. Siga-nos no http://twitter.com/@linkportal |
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Nevoa
Networks (www.nevoanetworks.com)
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A Nevoa Networks, que desenvolve soluções de cloud storage há cinco anos, destaca-se por sua tecnologia de ponta. É a única empresa brasileira que oferece uma solução de armazenamento de dados em nuvem e é líder nacional em inovação em armazenamento de dados. Seu produto, o Nevoa Storage System, pode ser implantado em redes de qualquer porte e trabalhar, tanto como uma solução interna ou externa, aproveitando qualquer tipo de hardware e ser expandido sem interrupções. Os seus usos mais comuns são para repositórios e transferências de arquivos de grande porte como imagens e vídeos, arquivos de backup e banco de dados científicos. Abril 2010 - Jornalista responsável: Clarice Pereira (MTb 15.778) |
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