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| CIDADES /POLÍCIA | ||
| CÂMERAS INTELIGENTES EM BUSCA DOS MALFEITORES | ||
| 19/01/2012 - APRPP - Associação dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes apresenta dicas para prevenção à criminalidade. |
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Sempre preocupado com a segurança dos moradores do Residencial Parque dos Príncipes, Reinaldo Franco, presidente da APRPP, se reuniu recentemente com o coronel da PM Wellington Luiz Dorian Venezian, do Comando de Policiamento Militar (CPM-5), no bairro do Butantã. Outro modelo adotado pela polícia é a adoção de bases móveis no lugar das fixas, que imobilizam os patrulheiros, mantendo-os parados no lugar. Somente duas bases fixas ainda persistem na zona Oeste da Capital, uma próxima ao estádio do Morumbi, por conta do afluxo nos dias de jogos e outra junto à USP. Com um contingente de apenas 2.600 homens no CPM-5, o formato móvel permite distribuir melhor a logística policial, de acordo com as estatísticas das ocorrências de crimes geradas diariamente pelo sistema informatizado da PM. Siga-nos no http://twitter.com/@linkportal |
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APRPP
(www.parquedosprincipes.com.br)
Associação
dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes
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| Em 1983, os proprietários
do loteamento Parque dos Príncipes criaram a “Sociedade Amigos
do Parque dos Príncipes”, visando assegurar a qualidade de
vida prevista nos contratos de compra dos lotes.
A atual denominação “Associação dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes” – APRPP – surgiu em 2006, com a atualização do estatuto pelo novo Código Civil. O Parque dos Príncipes situa-se parte em São Paulo (72% dos lotes) e parte em Osasco (28%). Os moradores de Osasco possuem sua própria associação. A APRPP representa somente os proprietários da área paulistana do loteamento, onde há 1.287 lotes, com 500 m2 em média, e um excepcional conjunto de áreas verdes que perfazem 236.261 m2. As principais atribuições da APRPP são: zelar pela segurança dos moradores, exercendo vigilância privada em cooperação com a segurança pública; fazer respeitar as restrições de ocupação do solo e impedir atividades incompatíveis com a zona estritamente residencial (ZER1); cuidar das áreas verdes, evitando que haja degradações e que surjam pontos de insegurança; representar os residentes perante o poder público para fazer valer seus direitos, firmar parcerias e obter melhorias de infraestrutura e saneamento; promover a união dos moradores por meio de atividades e eventos sociais. |
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